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Um gestor diferente: Presidente Rodrigo Villela recebe imprensa regional e apresenta resultados recentes da Aperam

Categoria: Eventos

Um gestor diferente: Presidente Rodrigo Villela recebe imprensa regional e apresenta resultados recentes da Aperam

Transparência e leveza deram o tom do evento.

Grata surpresa! É assim que pode se definir o primeiro encontro anual da Aperam com a Imprensa ciceroneado pelo CEO da companhia que completara, em outubro, seu primeiro ano a frente da única usina integrada do grupo. Rodrigo Villela, Engenheiro eletricista, com trajetória profissional marcada por uma sólida e longeva carreira de mais de duas décadas construída inteiramente dentro do próprio Grupo Aperam que,   ao longo de mais de 25 anos na organização, desenvolveu uma carreira global com forte trânsito corporativo, acumulando experiência prática tanto no mercado siderúrgico do Brasil quanto na Europa.

Mas, o mais marcante, foi a abertura concedida aos jornalistas que puderam aprofundar em temas como desenvolvimento de novos produtos, limitações impostas pelo aço importado, impactos do Estreito de Ormuz nas operações das empresas no exterior, a aplicação do aço inox substituindo materiais com mais eficiência e economicidade, entre outros.

Capacidade ociosa

A capacidade de produção anual da Aperam é de 900 mil toneladas de aço bruto distribuídas entre aços inoxidáveis, elétricos e de carbono especial. Como todo o segmento, está operando com metade da capacidade instalada, conforme informado pela própria companhia e pelo CEO Rodrigo Villela. A maior parte do produto estrangeiro que chega ao Brasil vem da China, onde recebe incentivos e medidas de proteção para a sua produção, o que gera uma concorrência desleal, sustentou o CEO.

De acordo com o executivo, essa concorrência desleal tem elevado as importações de aço a um patamar demasiadamente alto. “Até o fim de 2026, a projeção é que sejam importadas 4,9 milhões de toneladas de aço laminado. Isso é mais do que o dobro da média registrada entre 2000 e 2019”, explicou.

No segmento de aço inoxidável, produto no qual a Aperam possui reconhecida expertise, o Brasil importa cerca de 100 mil toneladas por ano, volume que corresponde a aproximadamente 25% do mercado nacional.

Novas aplicações

Durante a apresentação, Villela, ofereceu um exemplo de como a área de marketing busca novas aplicações para que o mercado do aço inox seja ampliado. A empresa busca junto a fabricantes de “Cegonheiras”, carroceria de caminhões que transportam veículos novos a substituição do aço carbono nas suas estruturas pelo aço inox. “A corrosão quando chove faz com que gotas caem sobre a pintura de veículos novos danificando e comprometendo a entrega. A necessidade de maior robustez no aço carbono é compensada pela leveza do aço inox que, por sua vez, impacta em economia de combustível”, justifica o engenheiro.

Outrossim, o aço carbono que constituem tanques de caminhões que transportam combustíveis ou cargas tóxicas estão sendo substituídos pelo aço inox assim como vagões de trem, em sua estrutura interna, ganham um “revestimento” que tem, por finalidade, proteger da corrosão da umidade de cargas orgânicas como soja e metais ferros”, explica o CEO.

Almoço

Ao fim da coletiva, a assessoria de comunicação da Aperam, responsável pela organização do encontro, ofereceu um descontraído almoço em que a proximidade ao presidente para o esclarecimento de dúvidas foi oportunizada. Aspectos como a economicidade das aplicações, subprodutos gerando receita incremental, o desenvolvimento propiciado pelas atividades da Aperam Bioenergia, entre outros foram dissecados. Negócios Já! esteve a convite da empresa e agradece.

 

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