Ozivy, do laboratório farmacêutico EMS, anova semaglutida produzida no Brasil, chega à Araujo e está disponível nas lojas físicas e nos canais digitais, o medicamento auxilia no controle do diabetes tipo 2 em adultos quando associado a uma alimentação equilibrada e à prática regular de exercícios físicos.
As recentes inovações médicas têm ampliado as opções para o tratamento do diabetes tipo 2, oferecendo abordagens mais eficazes para o controle da glicemia em adultos. Agora, os pacientes contam com uma nova alternativa terapêutica: o Ozivy, medicamento à base de semaglutida que acaba de chegar às mais de 360 lojas da Drogaria Araujo em Belo Horizonte e no interior de Minas Gerais. O produto também está disponível para compra nos canais digitais, incluindo aplicativo, site, WhatsApp e Drogatel.
Produzido pela EMS, o Ozivy marca a entrada de uma indústria farmacêutica brasileira em um dos segmentos mais inovadores da medicina atual. Aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o medicamento representa um avanço da indústria nacional em uma categoria que vem transformando o tratamento do diabetes tipo 2 nos últimos anos.
O Ozivy utiliza a semaglutida, mesmo princípio ativo presente em produtos já conhecidos pelos pacientes, como Ozempic e Wegovy. De aplicação semanal, está disponível em diferentes dosagens e requer prescrição médica.
Para a gerente técnica da Araujo, Isabel Dias, a chegada de novas opções amplia as possibilidades terapêuticas, mas não muda um princípio fundamental: o tratamento precisa ser individualizado. “Esses medicamentos representam um dos avanços mais importantes dos últimos anos no controle do diabetes tipo 2. No entanto, cada paciente apresenta um histórico clínico, necessidades e respostas distintas. Por isso, a definição da melhor abordagem terapêutica deve ser feita por um especialista, que irá considerar as características e os objetivos de cada pessoa”, afirma.
Mais alternativas para pacientes e prescritores
Além de ampliar a concorrência no segmento, o Ozivy chega ao mercado com preços mais acessíveis, variando entre R$460 e R$900, conforme a dosagem prescrita. Os valores podem ser alterados pela EMS.
Segundo Isabel Dias, a entrada de novos fabricantes em uma categoria que vem registrando crescimento acelerado nos últimos anos contribui para fortalecer a oferta de tratamentos e ampliar a competitividade do mercado. “O mais importante é que os pacientes tenham acesso a opções seguras, eficazes e aprovadas pelos órgãos reguladores”, explica.



