Mina Baratinha chega a 14 anos de operações com expansões.
A Mineração Bemisa, em apenas 18 anos, investiu em pesquisa e prospecção mineral na faixa de R$ 80 milhões anuais, construindo um sólido portfólio de 22 projetos nas fases de prospecção, desenvolvimento, engenharia e operação, abrangendo 8 substâncias minerais, além de se tornar produtor de minério de ferro e ouro.
Nesse contexto, a empresa encerrará 2025 com um acumulado de 300 mil metros de sondagem desde a sua fundação, o que a caracteriza como um dos principais players em exploração mineral no País.
Contando com um quadro de aproximadamente 2.000 colaboradores, experiência no comissionamento de quatro projetos greenfield e mais de onze anos de operação, a Bemisa comprova a sua capacidade técnica integrada, aliada ao compromisso com a responsabilidade socioambiental em todas as etapas da mineração.
Ativos em operação e desenvolvimento
Os ativos da companhia atualmente em operação incluem os projetos Baratinha, Mongais, e Pedra Branca (em minério de ferro) e Água Azul (ouro)
O Complexo Baratinha consiste em um hub de ativos minerais que somam, no total, recursos de mais de 300 milhões de toneladas de minério de ferro, sendo mais de 100 milhões de toneladas em hematitas de alto teor. O complexo segue com pesquisa geológica e sondagens complementares em andamento, voltadas a avaliar novas zonas mineralizadas e potencializar os recursos do complexo. Um dos furos de sondagem realizados no Projeto Mongais interceptou 109,39m de hematita a um teor médio de 66,19% Fe, confirmando o alto potencial do Complexo Baratinha e apontando para uma expansão expressiva dos recursos além das estimativas atuais.
A Mina Baratinha iniciou sua operação em 2014 e possui planta de beneficiamento a úmido com capacidade de 2,5 milhões de toneladas por ano de minério de ferro de alto teor. Como informa a Bemisa, a área do empreendimento era uma antiga mina que operou até a década de 1980 e desde o início da lavra a empresa tem feito um trabalho de recuperação dos passivos ambientais deixados pela antiga operação.
O projeto Mongais entrou em operação em janeiro de 2024, com capacidade de produção a seco de 1,5 milhão de toneladas ao ano, o que permitiu ampliar a capacidade total do Complexo Baratinha para 4,0 milhões de toneladas ao ano.
Itabira e Monlevade
O projeto Pedra Branca, localizado nos municípios de João Monlevade e Itabira (MG), iniciou a operação no terceiro trimestre de 2025. Pedra Branca conta com recursos de 130 milhões de toneladas, sendo 33 milhões de toneladas de minério de ferro de alto teor. A produção deverá atingir cerca de 3 milhões de toneladas ao ano em plena capacidade, contando com processamento a seco de minérios de alto teor e processamento a úmido de itabiritos.
Ainda em Minas Gerais, no segmento de minério de ferro, a Bemisa tem o projeto Piçarrão, um ativo que no passado foi lavrado pela Vale e que está em fase de exploração, com boas perspectivas.
No Piaui
Fora de Minas Gerais, mais especificamente no estado do Piauí, a Bemisa está desenvolvendo o Projeto Planalto Piauí, que possui recursos minerais de mais de 1,6 bilhão de toneladas de minério de ferro magnetítico, sendo que parte desses recursos, 1,2 bilhão de toneladas, foram certificados na NI 43-101 por empresa independente e internacional (SRK) com base em 65 mil metros de sondagem realizados durante o extenso programa exploratório, conforme a empresa. Atualmente, o Projeto encontra- -se na fase de engenharia para avaliação da implantação da Fase 1, que prevê o início de uma produção estimada em 3 milhões de toneladas por ano, com crescimento gradual até atingir 15 milhões de toneladas anuais em plena capacidade operacional.



